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Cesárea não é parto PDF Imprimir E-mail
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Qua, 29 de Julho de 2009 01:21

Eu acho que as mulheres não deveriam ter o direito de escolher por uma cesárea. Cesárea é uma cirurgia de grande porte que deveria apenas ser indicada em caso de emergência. Ninguém, nunca, em tempo algum, encontraria um médico disposto a tirar um pulmão para resolver uma pneumonia. Mas aqui no Brasil a cesárea é vendida como parto, com flores e perfumes mil, falsamente difundida como "direito de escolha" da mulher.

Claro que não estou defendendo aqui os partos normais horrorosos a que muitas mulheres são submetidas, abandonadas em corredores, deitadas com um soro com ocitocina que tornam as contrações absolutamente insuportáveis e sendo "poupadas" da anestesia. Depois disso ainda devem parir deitadas e seus períneos recebem mutilações que nunca cicatrizam, mesmo sendo comprovado que tal prática traz riscos físicos e psicológicos para mulher, sem necessidade. Este tipo de parto só difundi ainda mais que a "cesárea" é algo indolor e menos traumático, o que sabemos muito bem que não é.

Penso que as mulheres devem sempre lutar por um parto "sem dor" e para isso utilizarem de métodos como caminhar, receber massagem nas costas, utilizarem-se da água quente como verdadeiros anestésicos. Lutar sim, porque não basta querer. é preciso desconstruir muita coisa. Devem ter o direito de serem acompanhadas por seus companheiros, doulas, amiga, mãe, ou qualquer pessoa que gostem, confiem e que sejam um suporte emocional para este momento de tanta fragilidade e força.

É fácil simplesmente culpar os médicos por um ato tão perigoso como levar uma mulher considerar a fazer uma cesárea pelos motivos que sabemos muito bem não são indicativos: circular de cordão, bebê grande, bebê pequeno, falta de dilatação (outros mitos no site do Parto do Princípio). As conseqüências são muitas. Listo abaixo algumas delas retiradas do site Parto do princípio:

*Para a Mãe*

  • Maior risco de Morte Materna em decorrência da cirurgia (2,8% maior na cesariana eletiva quando comparada ao parto vaginal)
  • Maior risco de Histerectomia – retirada dos órgãos reprodutivos
  • Maior probabilidade de Internação Prolongada
  • Maior chance de desenvolver Infecção
  • Risco aumentado de Depressão Pós-Parto
  • Dor generalizada ou no local da cirurgia
  • Risco de criação de Coágulos Sanguíneos e Trombose
  • Corte Cirúrgico Acidental em outros órgãos
  • Obstrução Intestinal

*Para o Bebê*

  • Contato Tardio com a mãe
  • Corte Cirúrgico acidental
  • Maior probabilidade de Fracasso no Aleitamento Materno
  • Maior dificuldade para estabelecer o Vínculo Afetivo
  • Desconforto Respiratório por iatrogenia – interferência médica no processo natural
  • Maior possibilidade de desenvolver Asma

Mas precisamos entender que este médico recebem 300 ou 400 reais por parto, seja para um parto normal ou uma cirurgia cesariana. O que você faria, pensando friamente: fazer 1 parto num dia, tendo que desmarcar várias consultas (que os planos pagam míseros 40 a 50 reais) ou fazer 5 cesarianas (cada uma em 30 minutos) e continuar com sua rotina familiar e social, embolsando 2 mil reais mais as consultas por dia?

Outro fator é a visão “cartesiana" que é difundida na f orma ção do médico. Para quem acredita que o corpo é uma sistema (físico, muscular, circulatório) ou como minha avó diz um monte de banha e tripa, não há aspectos psicológicos relevantes na escolha de um ou outro. Para um zelador do bom funcionamento de banhas e tripas, parir em um hospital e ou em casa é a mesma coisa. Na verdade não exatamente a mesma coisa, uma vez que no hospital há recursos salvadores para o que é fisiológico.

Claro que existem médicos que levam em consideração as questões do empoderamento feminino que um parto respeitoso nos dá, a questão dos vínculos que tão logo são estabelecidos com a amamentação, a mulher que estará mais rapidamente recuperada depois de um parto normal. Existem sim, mas são poucos. É um cilada perigosa, que movimenta muito dinheiro, para médicos, anestesistas, hospitais, que lucram com os pacotes de procedimentos e serviços "obrigatórios" e as internações de mãe e bebê.

Por isso digo, se você quer realmente ter um parto normal humanizado, se já sabe como e porque ele é muito melhor para mãe e bebê, comece a guardar dinheiro para pagar por uma equipe humanizada. Pode ser num hospital ou em casa. Mas tenha uma equipe humanizada, da qual você confia.

Não basta querer e ter a ilusão de que se vai convencer seu médico de fazer o parto dos seus sonhos, sem intervenções para você e seu filho. Não vai. Na última hora ele vai "colocar uma pulga atrás da sua orelha" para levá-la a pensar que você está colocando em risco a vida do seu filho. E isso não tem mãe que banque. Mais uma vez estou generalizando, mas deixando claro que existem raros que não se comportam desta maneira. Alguns são claros: não faço parto normal e ponto.

Não sei se por acaso, depois do surgimento dos planos de saúde para animais, tenho ouvido relatos de cesarianas em cadelas. Será que as circulares de cordão, falta de dilatação etc chegaram ao mundo animal?

Estou vendo o dia em que até o mundo vegetal precisará apenas dos partos salvadores para existirem ou a calamidade pública levará médicos e toda a sociedade a repensar o modo de nascer, nos transformando aos olhos médicos em algo mais que tripa e banha. Mas em seres espirituais que merecem a oportunidade de vivenciar a plenitude da matéria para o crescimento do espírito (ou psiquê), chame como quiser.

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Publicado em: Mamíferas Blog (por Kalu)
 
Semana Mundial da Amamentação 2009 PDF Imprimir E-mail
Sáb, 25 de Julho de 2009 04:01

Semana Mundial da Amamentação 2009

Período: 1 à 7 de Agosto de 2009

Tema: Aleitamento Materno: Resposta Vital nas Emergências. Estamos preparados?

Fundamentação – Base Teórica


  • As crianças são as mais vulneráveis em situações de emergência, a mortalidade infantil pode aumentar de 2 a 70 vezes acima da média, devido a diarréia, doenças respiratórias e desnutrição.
  • O Aleitamento Materno é uma intervenção para salvar vidas e a proteção é maior para as crianças menores. Mesmo em não emergência, crianças menores de dois anos que não recebem leite materno, tem seis vezes mais probabilidade de morrer.
  • Emergências podem acontecer em qualquer lugar do mundo. Emergências destroem aquilo que é “normal”. Situações de emergência dificultam os cuidados com os recém-nascidos, que se tornam vulneráveis, podendo adoecer ou morrer.
  • Durante as emergências as mães precisam de apoio ativo para manter ou restabelecer a amamentação.
  • O estado de alerta em situações de emergência é fundamental. Apoiar o Aleitamento Materno em períodos não emergenciais fortalece a capacidade de manter-se segura durante uma emergência.

Objetivos:

  • Chamar a atenção para função vital que o Aleitamento Materno tem nas emergências no mundo todo.
  • Reforçar a necessidade de proteção ativa e apoio ao Aleitamento Materno antes e durante as situações de emergência.
  • Informar mães, pessoas que promovem o Aleitamento Materno, comunidades, profissionais de saúde, organizações governamentais, doadores e a imprensa, sobre como eles podem apoiar ativamente o Aleitamento Materno antes e durante uma emergência,
  • Mobilizar a ação e nutrir redes de trabalho e colaboração entre quem tem experiência em Aleitamento Materno e quem está envolvido nos resgates nas emergências.

Fonte: mamamiaamamentar.wordpress.com

O site aleitamento.com está realizando uma enquete para que possam escolher qual será o tema.

  1. Amamentação em calamidades – a mãe e o bebê merecem prioridade.
  2. Na calamidade, desastre ou emergência. Amamentar é garantia de sobrevivência.
  3. Amamentar em tempos de crise, catástrofe ou recessão... uma excelente opção.
  4. Amamentação: Segurança alimentar em qualquer situação.
  5. Emergência ou calamidade podem acontecer, continuar amamentando é o melhor a fazer.

Votem!! aleitamento.com

 
Gestante Morre após esperar 10 horas em Clínica Particular PDF Imprimir E-mail
Qua, 22 de Julho de 2009 12:53

Rio - Dez horas de espera por atendimento terminaram em tragédia para a família da vendedora Aldinete Pereira de Lima, 29 anos, grávida de sete meses. Sexta-feira, ela sofreu duas paradas cardiorrespiratórias e morreu na clínica particular Prosaúde, em Bangu, onde chegara às 10h e ficou até as 17h esperando um médico. Cesariana foi realizada, em vão: o menino que ela esperava já estava morto. A 34ª DP (Bangu) abriu inquérito para apurar omissão de socorro.

Hipertensa, Aldinete fazia o pré-natal no Hospital estadual Albert Schweitzer, em Realengo, onde esteve quarta e quinta-feira com dores, febre alta, tosse e falta de ar. Ela estava gripada desde domingo. Lá foi medicada e orientada a voltar para casa. O marido da vítima, Francisco Rodrigues da Cruz, 38, reclama que os médicos sequer cogitaram a possibilidade de ela ter gripe suína: “Por isso, decidimos procurar a clínica particular, mas parece que foi pior. Foi um descaso”. O diretor da clínica, Hélio Primo, afirmou que exame de raio-X detectou que ela estava com pneumonia grave e hemograma não apresentou quadro de infecção, o que levou a equipe a descartar gripe suína. “Orientamos ela para ir a Maternidade Praça XV pois o quadro era de risco, mas ela preferiu ficar. Eu estava com o CTI lotado. Só consegui abrir vaga extra às 17h, mas ela já estava com parada cardíaca”, disse.

Aldinete chegou na clínica Prosaúde às 7h de sexta-feira e até as 11h ficou na sala de espera com muitas dores. Só ao meio-dia colocaram-na numa cama. “Fiquei com ela até às 17h e nada de atendimento. Levaram mais de 10 horas para atender uma grávida de 7 meses que passava mal. Agora apresentaram a conta, querem R$1.968,71 por ter deixado eles morrerem”, reclamou Janira Pedro da Silva, 54, que acompanhou Aldinete na clínica. A família ainda teve dificuldade para liberar o corpo do bebê no Instituto Médico-Legal. Os corpos serão levados para Natal, onde a mãe e outro filho de Aldinete, de 8 anos, moram.

O médico e vereador Paulo Pinheiro, membro da Comissão de Saúde da Câmara Municipal, prometeu inspecionar a clínica e o hospital.. A Secretaria Estadual de Saúde informou que vai apurar a conduta dos profissionais do Albert Schweitzer.

TRAGÉDIA EM INCUBADORA

Já a família de Rosalva Augusto Silva, 32, que perdeu a filha de 15 horas em explosão na incubadora da Maternidade São Silvestre, em S. Gonçalo, não sabe quando vai enterrar o bebê. Por não ter certidão de nascimento, há dificuldades para liberar o corpo. “Na sexta, a gente desmontou o berço para evitar mais dor”, contou o cunhado Paulo Sérgio da Silva, 39. O hospital informou que enviou psicólogos à casa de Rosalva, mas não achou ninguém. O casal está na casa de parentes.

Publicado em TV Canal 13 (19/07/2009 às 07:16)

 
Gestante Morre na Porta de Hospital da Posse após esperar quase Uma Hora por Vaga PDF Imprimir E-mail
Dom, 19 de Julho de 2009 02:36

Uma mulher de 31 anos, grávida de nove meses, morreu, na segunda-feira, dentro de uma ambulância da Samu, na porta do Hospital da Posse, em Nova Iguaçu, após esperar por quase uma hora um leito na UTI da unidade. Além de Maria do Socorro Silva Moreira, o bebê que ela esperava também morreu antes que a ambulância conseguisse retornar ao Hospital Maternidade São Francisco Xavier, em Itaguaí, de onde ela tinha sido transferida.

- Depois de quase uma hora reunidos, os médicos disseram que não existia mais a vaga na UTI na Posse porque um paciente que iria ter alta tinha piorado. E me falaram que tinham que voltar correndo para Itaguaí porque o oxigênio da ambulância estava acabando. O tempo estava correndo e a Maria entubada lá dentro - conta, desolado o marido da gestante, José Manoel da Silva. - Não existe saúde pública no Rio, é desgraça pública - acrescentou.

Maria do Socorro foi internada domingo no Hospital Maternidade São Francisco Xavier, em Itaguaí, sentindo dores no corpo e tossindo muito. Segunda-feira à noite, José foi informado pelo hospital que o quadro da mulher tinha se agravado muito e ela precisava ser transferida para a UTI do Hospital da Posse. Ele correu para Nova Iguaçu e presenciou a chegada da ambulância para a transferência, que não aconteceu. A causa da morte foi parada cardíaca decorrente de uma bronquite asmática.

Publicado em O Globo (09/07/2009 às 00:22)

 
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